
Em setembro de 2005, o Complexo Pequeno Príncipe formalizou o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe. A nova unidade nasce com o apoio de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, que empresta seu nome e prestígio à iniciativa.
As características históricas do Hospital Pequeno Príncipe revelam uma cultura voltada para a assistência, o ensino e a pesquisa. Nesta, o esforço sempre se dirigiu para a área clínica, em que, mediante parceria com laboratórios, drogas foram testadas sempre com a mais absoluta obediência às questões éticas e legais. No planejamento estratégico do Complexo Pequeno Príncipe estava previsto investimento na área de pesquisa a médio prazo, com intensificação e estímulo à sua ampliação, pois a base amostral (os pacientes) está aqui. Em 2005, surge a oportunidade de antecipar a estruturação de um instituto de pesquisas.
A qualidade técnico-científica dos pesquisadores envolvidos e a notoriedade de Pelé transformaram a circunstância em uma oportunidade especial. De um lado, a percepção clara de que o complexo só se perpetuará se conseguir oferecer bom desempenho na tríade assistência, ensino e pesquisa. De outro, as conhecidas dificuldades financeiras de organizações filantrópicas voltadas à assistência em saúde (que atendem a uma grande parte de pacientes por meio do SUS), que levam a atitudes de grande conservadorismo na hora das decisões que implicam em gastos e investimentos com retorno a longo prazo. Depois de intenso processo interno de avaliação, decidiu-se pela antecipação na implantação do Instituto de Pesquisa, permitindo uma aproximação e o fechamento do acordo com Pelé.
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